Tu nos revelas, com jeito,
e insistes, veementemente,
para nos fazer entender,
o sentido de tua missão,
como o Cristo de Deus:
tu foste enviado ao mundo,
pelo Divino Pai Criador,
tu vieste do alto até nós,
com uma tarefa singular,
igual a nós se tornar,
um frágil filho do homem,
consciente da finitude,
e sem qualquer dominação,
nos revelar a via da redenção,
com um testemunho fiel,
no árduo caminho do amor,
o caminho da salvação
para toda a humanidade.
O íngreme caminho é esse,
não há qualquer imposição,
somos todos chamados
a cultivarmos intimidade
com o Divino Pai Eterno,
para adquirir a fé vivida
e a postura bem confiante,
nesta presença amorosa,
sempre estradeira conosco,
pra recebemos o chamado,
à unção de profeta do Reino,
dando a própria vida, se preciso for,
pela firmeza de ser fiel até o fim.
Dá-nos, Senhor Jesus,
o dom de tua fé entrega,
para sermos fiéis à missão,
e trilharmos, com firmeza,
o árduo caminho da cruz:
com a tua disposição
de Cristo de Deus,
e a presteza solícita,
da Sempre Virgem Maria,
cultivar o amar, cuidar e servir!
Edward Guimarães
Belo Horizonte, 26 de setembro de 2025.
Poema oração provocado pelo Evangelho (Lucas 9, 18-22):
18 Jesus estava rezando num lugar retirado, e os discípulos estavam com ele. Então Jesus perguntou-lhes: “Quem diz o povo que eu sou?” 19 Eles responderam: “Uns dizem que és João Batista; outros, que és Elias; mas outros acham que és algum dos antigos profetas que ressuscitou”. 20 Mas Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “O Cristo de Deus”. 21 Mas Jesus proibiu-lhes severamente que contassem isso a alguém. 22 E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”.
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