Tu nos ensinas,
ó Jesus, Mestre fiel,
a cultivar a tua fé,
e, com firmeza, a trilhar
o teu íngreme caminho
do amor e da verdade,
a vencer os nossos medos,
e, do egoísmo, a nos purificar,
a passar a viver confiantes,
e a colocar a nossa vida,
com tudo o que somos,
nas mãos do Pai celestial.
Com o cultivo da fé de alcançar,
a nossa frequência muda,
e abrimos os nossos corações,
para acolher a luz divina,
e, do alto, a força receber,
pelo Sopro Divino de Amor,
então, acolhermos a graça,
que emerge do Evangelho:
somos amados por Deus,
e Deus quer ser Deus em nós.
Passamos a viver em Deus,
e Deus a habitar em nós,
e, por nele vivermos enraizados,
como os ramos de uma videira,
recebemos o que necessitamos,
para bem-viver já nesta vida,
e produzirmos frutos,
à espera da que vem depois,
e o nosso pensar e agir,
se transformam profundamente,
como um louvor ou uma prece,
Deus em nós está sempre presente.
Edward Guimarães
Belo Horizonte, 09 de agosto de 2025.
Poema oração provocado pelo Evangelho (Mateus 17, 14-20):
14 Chegando Jesus e seus discípulos junto da multidão, um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se e disse: 15 “Senhor, tem piedade do meu filho. Ele é epilético, e sofre ataques tão fortes que muitas vezes cai no fogo ou na água. 16 Levei-o aos teus discípulos, mas eles não conseguiram curá-lo!” 17 Jesus respondeu: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei? Trazei aqui o menino”. 18 Então Jesus o ameaçou e o demônio saiu dele. Na mesma hora o menino ficou curado. 19 Então, os discípulos aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram em particular: “Por que nós não conseguimos expulsar o demônio?” 20 Jesus respondeu: “Porque a vossa fé é demasiado pequena. Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível”.
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