Tu nos revelas,
para todo mundo ver,
Jesus, Filho de Maria,
mestre ensinador,
e nosso redentor,
o quanto é precioso
o valor dos pequeninos,
sim, de cada criança,
no Reino dos Céus.
Tu nos revelas,
com clareza solar,
o que não podemos,
no cuidar, menosprezar,
se no Reino dos Céus,
nós desejamos entrar:
cada um de nós,
precisa, acredite,
como criança se tornar.
A criança é inocente,
não tem maldade,
vê o mundo ao seu redor
com os olhos límpidos,
atenta ao espetáculo da vida,
porque é pura de coração,
e ao dinamismo da vida,
porque muito confia,
se entrega totalmente.
Dá-nos, Senhor Jesus,
o dom da presteza solícita,
que com zelo cuida e não permite
a nenhum pequenino se perder,
e, pelo poder da Luz divina,
que irradia da Virgem Maria,
a graça de um coração puro,
que confiante como criança,
ao Pai se entrega totalmente.
Edward Guimarães
Belo Horizonte, 12 de agosto de 2025
Poema oração provocado pelo Evangelho (Mateus 18, 1-5.10.12-14).
1 Os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: ‘Quem é o maior no Reino dos Céus?’ 2 Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3 e disse: ‘Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. 4 Quem se faz pequeno como esta criança, esse é o maior no Reino dos Céus. 5 E quem recebe em meu nome uma criança como esta, é a mim que recebe. 10 Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus vêem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12 Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? 13 Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. 14 Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos’.
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