Entraste na alma do povo,
ó meu estimado são Tomé,
como aquele que questiona,
e que precisa ver pra crer.
Mas quando o nosso olhar,
alcança maior profundidade,
e penetra fundo no mistério,
tua atitude a todos encanta.
Tua postura crítica e firme,
nos alerta para os perigos,
de banalizarmos a nossa fé
o nosso encontro com Jesus.
Tua experiência da fé cristã,
não foi mera subjetividade,
foi vivência transformadora,
que comprometeu a tua vida.
Naquele teu encontro de fé,
ao tocar Jesus Ressuscitado,
aprofundaste o teu chamado,
renovaste o teu sim a Deus,
assumiste pra valer a missão,
nos legaste belo testemunho,
como Jesus, sendo servo fiel:
deste a vida por amor ao Reino.
Edward Guimarães
Belo Horizonte, 03 de julho de 2025.
Festa de São Tomé, apóstolo de Jesus.
Poema oração provocado pelo Evangelho (João 20,24-29):
24 Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25 Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!”. Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei.” 26 Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 27 Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28 Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29 Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”
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