
Sem remendos e sem odres velhos, meu Deus!
Nós nos realizamos no convívio amoroso, mas nos perdemos num egoísmo insano: no desejo compulsivo pelo que dá prazer, na ânsia insaciável pelo ter-acumulação, na sede incontrolável de poder-dominação: poderemos nos libertar desta trágica ilusão? Deus, por amor, te enviou a nós, Filho amado, para [Continue lendo]