a ponto de irradiar entre nós,
filho de José, o carpinteiro,
esta tua liberdade e sabedoria,
Tu que nascestes, tão pobre e frágil,
da Justiça e da Misericórdia,
da Fraternidade e da Paz,
que falas assim com Deus,
a ponto de O chamar
e de nos ensinar a chamar
de onde vem esta tua fé inabalável,
que o sustentou em tua fidelidade,
que o fez suportar o peso da cruz
e a mergulhar confiante no mistério da morte
como se mergulhasses nos braços de teu Pai?
que continua a atrai discípulos e discípulas,
e os envolver em tua missão do Reino,
e os ensinar, pelo teu testemunho profético,
a caminhar sempre juntos e, em comunhão,
a conviver como irmãos e irmãs?
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